O que fica preso a um objeto
Uma instrução só existe se alguém a disse. A extração nunca a infere e nunca a tira de uma pergunta nem da fala de um agente. Uma instrução que não cita objeto, dita numa conversa sobre uma organização a que quem fala está vinculado (“com este cliente, não falar de valores com a esposa”, dito por um advogado numa conversa que nomeia o cliente), fica presa a essa organização: chega a toda leitura dela, a dela mesma e a de um contato com
about, no bloco da conta e, como entrada dura, no bloco de restrições. A instrução sem objeto e sem organização é descartada e contada.
Instruções precisam da funcionalidade signals ligada no espaço.
Como a conversa encontra o objeto
Só por regra, nesta ordem:- Os
object_refsque o seu sistema marca no evento. É o caminho mais barato e exato: o assistente sabe qual processo está na tela. - A chave natural escrita no texto, quando o tipo declara o formato dela em
key.match(um número de processo no padrão CNJ, um número de pedido). A chave só encontra um objeto que o cliente já tem; nunca busca um objeto desconhecido. - O único objeto aberto do tipo citado (“o pedido”, “o processo”), quando o cliente tem exatamente um.
- O único objeto do tipo com data no dia citado (“o pedido de ontem”).
Quem participa e quem lê
Participa de um objeto o seu dono e todo identificador que um evento sobre ele nomeou: o sistema de registro, um agente que agiu sobre ele, e quem falou dele numa conversa marcada com o objeto. Para cada leitura, a memória de cada objeto aberto do cliente lido é reunida a partir do dono e dos participantes (até 20 objetos, 20 participantes por objeto e 20 linhas de cada forma por objeto). Toda linha presa a objeto tem um público, calculado por regra quando ela é escrita, nunca por modelo:
Um leitor
customer_agent recebe só o que é shared; os leitores internos (internal_agent, human, reviewer, analyst) recebem os dois. O acesso por campo do tipo e a política do espaço só restringem: uma linha que a política não abre para o leitor não chega, e nada sensível cruza de um participante para outro.
Como chega ao agente
- Na linha do objeto. O contexto fixado e o bloco
statedizem, na linha de cada objeto, até três instruções, três pendências e três observações, as mais recentes, com o papel de quem disse:lawsuit c-1 · instrução: não propor acordo (lawyer) · pendente: mandar os extratos ao cliente, prazo 10/10 (lawyer). No JSON do blocostate, cada objeto trazmemorycom até 20 de cada. - No bloco de restrições, quando a leitura é sobre o objeto. Numa leitura por
object, ou numa visão de tarefa que nomeia o tipo do objeto, as instruções entram no blococonstraintscomo entradas duras, eminstructions. Uma instrução sobre um campo do tipo também entra emhard, comscope: object, onde um vínculo de ferramenta a aplica. Fora de foco, a instrução fica presa à linha do objeto, nunca como uma linha solta. - Sem custo na leitura. Tudo isso é reunido quando o contexto é compilado. A leitura quente continua sem consulta ao banco.
O dito ao lado do registrado
Um predicado pode declararobserves: o campo do tipo de que ele fala. Uma observação desse predicado nunca escreve o campo. A linha mostra os dois valores, cada um com a origem: due_date 05/10 (sistema); dito 02/10 (lawyer, 20/09). Só o valor registrado pode ser afirmado (claim_safe é sempre falso no que foi dito). Quando os dois diferem, um problema de dado da classe divergence é aberto para o dono do sistema.
Validade, correção e apagamento
- Observações seguem a validade e o decaimento dos fatos;
retractecorrectvalem para elas. - Uma instrução vale até o
expires_atdela e enquanto o objeto estiver aberto: chegando a um estado final, ela sai das leituras sete dias depois e continua na linha para exportação e auditoria. Uma fala posterior a substitui; a rota de inferências do perfil a lista comkind: instructione a retira comDELETE. - As linhas ficam sob quem disse. Apagar um membro do time apaga o que ele disse; o comprovante conta
object_bound_rows_erasede lista emobjectsos objetos tocados, para a empresa registrar no sistema dela o que precisar.
Medição
O aproveitamento do contexto conta, por agente e por dia, as linhas presas a objeto entregues (object_rows), as de objetos que o agente usou (object_rows_used) e as mensagens que fizeram o que uma instrução dizia para não fazer (instruction_violations): o agente que propôs acordo num processo com a instrução de não propor.

