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Um advogado diz ao assistente interno do escritório: “neste processo, não propor acordo”. No dia seguinte, o cliente pergunta ao atendente de WhatsApp, de outro fornecedor, se vai haver acordo. A memória do objeto faz essa frase chegar ao atendente, presa ao processo, sem levar junto o que o advogado disse só para o time (“a tese é fraca”). A memória do objeto é tudo o que uma pessoa ou um agente disse ou fez sobre um objeto em conversas e tarefas. Cada linha fica guardada sob o identificador de quem disse, presa ao objeto por referência, e é entregue ao lado do estado oficial do objeto, com a origem visível. Ela nunca escreve no estado do objeto: o objeto só nasce e só muda pelo seu sistema de registro.

O que fica preso a um objeto

Uma instrução só existe se alguém a disse. A extração nunca a infere e nunca a tira de uma pergunta nem da fala de um agente. Uma instrução que não cita objeto, dita numa conversa sobre uma organização a que quem fala está vinculado (“com este cliente, não falar de valores com a esposa”, dito por um advogado numa conversa que nomeia o cliente), fica presa a essa organização: chega a toda leitura dela, a dela mesma e a de um contato com about, no bloco da conta e, como entrada dura, no bloco de restrições. A instrução sem objeto e sem organização é descartada e contada. Instruções precisam da funcionalidade signals ligada no espaço.

Como a conversa encontra o objeto

Só por regra, nesta ordem:
  1. Os object_refs que o seu sistema marca no evento. É o caminho mais barato e exato: o assistente sabe qual processo está na tela.
  2. A chave natural escrita no texto, quando o tipo declara o formato dela em key.match (um número de processo no padrão CNJ, um número de pedido). A chave só encontra um objeto que o cliente já tem; nunca busca um objeto desconhecido.
  3. O único objeto aberto do tipo citado (“o pedido”, “o processo”), quando o cliente tem exatamente um.
  4. O único objeto do tipo com data no dia citado (“o pedido de ontem”).
Fora disso, a linha fica na pessoa, como sempre ficou. Uma chave natural escrita na conversa que não corresponde a nenhum objeto do cliente é contada e aparece na página de lacunas do Console, por tipo, como “objeto citado sem cadastro”.

Quem participa e quem lê

Participa de um objeto o seu dono e todo identificador que um evento sobre ele nomeou: o sistema de registro, um agente que agiu sobre ele, e quem falou dele numa conversa marcada com o objeto. Para cada leitura, a memória de cada objeto aberto do cliente lido é reunida a partir do dono e dos participantes (até 20 objetos, 20 participantes por objeto e 20 linhas de cada forma por objeto). Toda linha presa a objeto tem um público, calculado por regra quando ela é escrita, nunca por modelo: Um leitor customer_agent recebe só o que é shared; os leitores internos (internal_agent, human, reviewer, analyst) recebem os dois. O acesso por campo do tipo e a política do espaço só restringem: uma linha que a política não abre para o leitor não chega, e nada sensível cruza de um participante para outro.

Como chega ao agente

  • Na linha do objeto. O contexto fixado e o bloco state dizem, na linha de cada objeto, até três instruções, três pendências e três observações, as mais recentes, com o papel de quem disse: lawsuit c-1 · instrução: não propor acordo (lawyer) · pendente: mandar os extratos ao cliente, prazo 10/10 (lawyer). No JSON do bloco state, cada objeto traz memory com até 20 de cada.
  • No bloco de restrições, quando a leitura é sobre o objeto. Numa leitura por object, ou numa visão de tarefa que nomeia o tipo do objeto, as instruções entram no bloco constraints como entradas duras, em instructions. Uma instrução sobre um campo do tipo também entra em hard, com scope: object, onde um vínculo de ferramenta a aplica. Fora de foco, a instrução fica presa à linha do objeto, nunca como uma linha solta.
  • Sem custo na leitura. Tudo isso é reunido quando o contexto é compilado. A leitura quente continua sem consulta ao banco.

O dito ao lado do registrado

Um predicado pode declarar observes: o campo do tipo de que ele fala. Uma observação desse predicado nunca escreve o campo. A linha mostra os dois valores, cada um com a origem: due_date 05/10 (sistema); dito 02/10 (lawyer, 20/09). Só o valor registrado pode ser afirmado (claim_safe é sempre falso no que foi dito). Quando os dois diferem, um problema de dado da classe divergence é aberto para o dono do sistema.

Validade, correção e apagamento

  • Observações seguem a validade e o decaimento dos fatos; retract e correct valem para elas.
  • Uma instrução vale até o expires_at dela e enquanto o objeto estiver aberto: chegando a um estado final, ela sai das leituras sete dias depois e continua na linha para exportação e auditoria. Uma fala posterior a substitui; a rota de inferências do perfil a lista com kind: instruction e a retira com DELETE.
  • As linhas ficam sob quem disse. Apagar um membro do time apaga o que ele disse; o comprovante conta object_bound_rows_erased e lista em objects os objetos tocados, para a empresa registrar no sistema dela o que precisar.

Medição

O aproveitamento do contexto conta, por agente e por dia, as linhas presas a objeto entregues (object_rows), as de objetos que o agente usou (object_rows_used) e as mensagens que fizeram o que uma instrução dizia para não fazer (instruction_violations): o agente que propôs acordo num processo com a instrução de não propor.

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